Ainda não alcancei um 'equilibrio' que me desse a oportunidade de me manter por muito tempo sem o questionamento que vem à minha cabeça."Eu faço sentido?", ou simplesmente vivo como um monte.
Meu gosto é apurado e é transitório. Onde eu me encaixo assim? Se eu não acredito que eu possa gostar de verdade de qualquer coisa, ou de qualquer situação que eu possa viver?
Quando não me desfaço de um luxo, perco coisas. Quando me desfaço, não me sinto preparado. Não sei onde posso mais ganhar, não sei mais onde posso ficar. As descobertas se fazem num plano inatingível, minhas misturas químicas criam um campo que me impede de sair e ver.
"Ele não sabe o que quer da vida!", pra quem me conheceu tão bem, isso deveria soar mais suave. Ainda respondo minhas perguntas, sei de quase tudo num dia bom. Mas só isso não basta, isso não me faz feliz. Na verdade, não é questão de procura, é questão de saber e continuar andando em todas as direções, como se estivesse parado.
*só um dia ruim.
;]
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
domingo, 13 de janeiro de 2008
mais um canal, menos um indivíduo.

500 channels - choking victim
500 channels of a day-dream stimulation
helps me to resent my life and raise my expectations.
Locked into re-runs, your memories repeating,
and all your ideals seem so self defeating.
For you and yours, the pepsi generation,
and when you're discontent, you change the T.V. station,
And when you hate your life, no qualtities redeeming,
a million brainwashed zombies will always be heard screaming...
And when there is no hope,
"I'll smoke some crack, I'll shoot some dope!"
When theres no enemies,
"I sit and stare at my T.V.
and in my ignorance,
I'll be a slave and sycophant!"
:*
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
O livro do.. né.
Hoje tive a brilhante idéia de escrever o "livro do.. né".
Vou falar sobre vários assuntos que permeiam a minha existência nesse mundo tão bunitinho e todas as conclusões, frases ou devaneios terminarão com..né! Deixando um universo muito maior para o leitor oportuno.
Exemplo: "Me considero uma pessoa que carrega alguns traumas infantis ao se tratar de...né."
Pretendo ser muito rico, famoso e vender milhões de cópias dessa insurgente obra.
Minha contribuição para a cultura mundial enfim será notada e respeitada, já que...né.
=]
Vou falar sobre vários assuntos que permeiam a minha existência nesse mundo tão bunitinho e todas as conclusões, frases ou devaneios terminarão com..né! Deixando um universo muito maior para o leitor oportuno.
Exemplo: "Me considero uma pessoa que carrega alguns traumas infantis ao se tratar de...né."
Pretendo ser muito rico, famoso e vender milhões de cópias dessa insurgente obra.
Minha contribuição para a cultura mundial enfim será notada e respeitada, já que...né.
=]
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Quem é que quer, o que eu quero?
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
e só.
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
Eu Quero o Que Eu quero Eu Quero o Que Eu quero
e só.
domingo, 28 de outubro de 2007
Elogio ao ócio.
"Suponhamos que, num dado momento, uma certa quantidade de pessoas está empregada na fabricação de alfinetes. Elas produzem todos os alfinetes que o mundo necessita, trabalhando, digamos, oito horas por dia. Então surge um invento com o qual as mesmas pessoas podem produzir o dobro da quantidade de alfinetes que produziam antes. Mas o mundo não precisa de duas vezes mais alfinetes: eles já são tão baratos que dificilmente se comprarão mais alfinetes por causa da baixa dos preços. Num mundo sensato, todas as pessoas envolvidas na produção de alfinetes passariam a trabalhar quatro horas por dia, em vez de oito, e tudo mais continuaria como antes. Mas, no mundo em que vivemos, isto seria considerado uma desmoralização. Permanece a jornada de oito horas, sobram alfinetes, alguns empregadores vão à falência e metade dos homens antes alocados na fabricação de alfinetes perde seu emprego. No final, a quantidade de lazer é a mesma de antes, porém, enquanto metade das pessoas está totalmente ociosa, a outra metade é submetida ao sobretrabalho. Dessa forma, assegura-se a crença que o inevitável lazer causará a miséria por toda a parte, em vez de ser uma fonte universal de felicidade. Pode-se imaginar coisa mais insana?"
RUSSELL, Bertrand. "O Elogio Ao Ócio" pg.28, 1935.
Talvez em 1935, ele não pudesse mesmo ainda imaginar as "melhores táticas disfarçadas" de produção que viriam depois.
RUSSELL, Bertrand. "O Elogio Ao Ócio" pg.28, 1935.
Talvez em 1935, ele não pudesse mesmo ainda imaginar as "melhores táticas disfarçadas" de produção que viriam depois.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Insônia
De nada vale, escrever por escrever.
Relaxa e expira-se lentamente.
O peso que não aloja-se no pulmão,
Remexe a mente, não toca o coração.
Pelos sonhos que trago sem ver,
Aposto o restante que nunca vem.
Só espero eu, não ser vitimado do amanhecer.
Já traí a noite, já expulsei o ar.
Nenhuma caixa é ligada;
Quem inventara tão fácil entrada?
Cansei dessas cores, escuro não me comove.
A recarga da bateria assusta, volta-se a respirar.
domingo, 19 de agosto de 2007
pedaladas a menos
Nesse fimzinho de domingo e começo de segunda feira, cá estou sentado com as pernas 'esgualepadas' (conhecem isso? hehe), mas isso por que participei de uma pelada, corri demais e estava sem essa maravilhosa aqui do meu lado.
Pelas contas da minha cabeça, foram uns 22 à 25 km de bike nesse fim de semana. Mostrei o dedo do meio só duas vezes no meio disso tudo. Uma boa marca, penso eu. Centro da cidade é dominado por carros, se passamos perto do espaço sagrado deles, soa a buzina. Que não está na função original de alerta pra perigo, mas na função de 'cuidado que eu tenho prioridade'.
Me sinto muito mais livre ao pedalar, e faço força para que o número de indivíduos que percebem essa sensação cresça sempre. Trocaríamos fumaça por sorrisos. Barulho de motor por barulho de pessoas.
E antes de acabar aqui. NÃO, não to falando nada sério sobre não andar de carro, ok?!
:)
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
hoje eu lembrei
Vou contar o que eu sonhei hoje às 10:30 da manhã, minutos antes de acordar e foda-se, não quero esquecer.
começando pelos personagens (pra ver se a leitura interessa pra você ou não, né?! hehe)
são eles: Mãe, Pai, Dona de uma loja, Dois travecos assaltantes, Matheus [irmão], Bino, Robinho, Mabi, Thiago, Kátia e Ana Cláudia.
Estava eu com meu pai e minhã mãe numa loja de roupas e coisarada, em guarapuava, bem na esquina da XV com a Getúlio Vargas (onde tem uma farmácia). Minha mãe entrou na loja e eu fiquei sentado com o meu pai e a dona da loja conversando. A conversa começou a ficar meio estranha quando ela deu em cima de mim e eu comecei a retribuir hehehe. Meu pai já tava com uma cara estranha e eu notei que a situação tava meio constrangedora, levando em conta que a dona da loja era amiga da minha mãe e tal.
Sentei do outro lado da esquina, quando aproximam-se de mim dois travecos grandões. Aliás, eles tinham uns saltos plataformas, voz grossa, pouca maquiagem e umas sainhas minúsculas. Enfim, um entrou ali no 'Osvaldo Rocha' e o outro gritou que era pra eu passar dinheiro pra ele. Eu respondi: "Nem pensar filho da puta". Aí ele veio pra cima e eu peguei uma vassoura gigante que estava na rua e comecei a dar umas pancadas nele. Tava indo muito bem, até que do nada ele tira um revólver de dentro daquele sainha [claro que foi do cu Robin {bátima}]. Corri né, óbvio. Dei um gás gigantesco e entrei no meio de um monte de aglomerados de lojas e tal, tentando me esconder no meio da multidão e ele atrás disparando pra caralho. Lembro que fui contando quantos tiros ele havia dado, pra saber quando ia acabar hahah. Me escondi dentro de um banheiro e vi ele passando pro outro lado. Ufa, susseguei.
Cheguei em casa eram 3 da manhã. Minha casa na verdade era a escola integração, que antes de reformada foi a casa do Tio Silvio e familia. Bom, ela estava exatamente como era antes de ser escola. Entro na porta, o Bino ta saindo, indo embora. Falei: "Cedo Bino, fica aí", e ele: "Não não, 3 da manhã já, preciso ir ali.. né". Ok então. Chego até a sala de TV, bato antes de entrar e ali está o Matheus dormindo de qqer jeito numa poltroninha e o Robinho com a Mabi dando uns amassos hahaha. Eles fazem de conta que nem tava rolando nada e sentam-se de boa pra assistir televisão. Mas aí eu olho de volta pro casal safadinho e percebo que eles estão sem roupa da cintura pra cima hahaha. Mas não estão ligando não, conversam comigo normalmente. Só que a felicidade deles acaba quando a campainha toca. Mabi veste uma camiseta branca e Robinho sua blusa crássica xadrez. Nesse momento chega a Kátia com um pijama cor de rosa e sua pantufa gigante, Neguinnnn (Thiago) com cara de sono e um monte de blusa e Ana Cláudia com personalidade diferente haha. Ela vai logo sentando no sofá e pondo os pés em cima dos outros e falando um monte de coisa engraçada. Pronto, explodi. Todos acharam estranho a atitude dela e eu já falei :"sai fora pau no cu" hahaha. Sei que expulsamos ela dali e ela foi sentar num corredor bem sozinha [mimimi]. Eu fiquei com dó em seguida, fui até lá e dei a mão pra levantá-la do chão e disse que era brincadeira e que tinha lugar ali na sala. Ela juntou-se a nós e ficamos ali todos sentados olhando um pra cara do outro. Eu pensei em contar a história do assalto pra eles, mas aí pensei melhor e..falei pra mim mesmo "deixa pra lá".
Pronto, tesão de sonho.
começando pelos personagens (pra ver se a leitura interessa pra você ou não, né?! hehe)
são eles: Mãe, Pai, Dona de uma loja, Dois travecos assaltantes, Matheus [irmão], Bino, Robinho, Mabi, Thiago, Kátia e Ana Cláudia.
Estava eu com meu pai e minhã mãe numa loja de roupas e coisarada, em guarapuava, bem na esquina da XV com a Getúlio Vargas (onde tem uma farmácia). Minha mãe entrou na loja e eu fiquei sentado com o meu pai e a dona da loja conversando. A conversa começou a ficar meio estranha quando ela deu em cima de mim e eu comecei a retribuir hehehe. Meu pai já tava com uma cara estranha e eu notei que a situação tava meio constrangedora, levando em conta que a dona da loja era amiga da minha mãe e tal.
Sentei do outro lado da esquina, quando aproximam-se de mim dois travecos grandões. Aliás, eles tinham uns saltos plataformas, voz grossa, pouca maquiagem e umas sainhas minúsculas. Enfim, um entrou ali no 'Osvaldo Rocha' e o outro gritou que era pra eu passar dinheiro pra ele. Eu respondi: "Nem pensar filho da puta". Aí ele veio pra cima e eu peguei uma vassoura gigante que estava na rua e comecei a dar umas pancadas nele. Tava indo muito bem, até que do nada ele tira um revólver de dentro daquele sainha [claro que foi do cu Robin {bátima}]. Corri né, óbvio. Dei um gás gigantesco e entrei no meio de um monte de aglomerados de lojas e tal, tentando me esconder no meio da multidão e ele atrás disparando pra caralho. Lembro que fui contando quantos tiros ele havia dado, pra saber quando ia acabar hahah. Me escondi dentro de um banheiro e vi ele passando pro outro lado. Ufa, susseguei.
Cheguei em casa eram 3 da manhã. Minha casa na verdade era a escola integração, que antes de reformada foi a casa do Tio Silvio e familia. Bom, ela estava exatamente como era antes de ser escola. Entro na porta, o Bino ta saindo, indo embora. Falei: "Cedo Bino, fica aí", e ele: "Não não, 3 da manhã já, preciso ir ali.. né". Ok então. Chego até a sala de TV, bato antes de entrar e ali está o Matheus dormindo de qqer jeito numa poltroninha e o Robinho com a Mabi dando uns amassos hahaha. Eles fazem de conta que nem tava rolando nada e sentam-se de boa pra assistir televisão. Mas aí eu olho de volta pro casal safadinho e percebo que eles estão sem roupa da cintura pra cima hahaha. Mas não estão ligando não, conversam comigo normalmente. Só que a felicidade deles acaba quando a campainha toca. Mabi veste uma camiseta branca e Robinho sua blusa crássica xadrez. Nesse momento chega a Kátia com um pijama cor de rosa e sua pantufa gigante, Neguinnnn (Thiago) com cara de sono e um monte de blusa e Ana Cláudia com personalidade diferente haha. Ela vai logo sentando no sofá e pondo os pés em cima dos outros e falando um monte de coisa engraçada. Pronto, explodi. Todos acharam estranho a atitude dela e eu já falei :"sai fora pau no cu" hahaha. Sei que expulsamos ela dali e ela foi sentar num corredor bem sozinha [mimimi]. Eu fiquei com dó em seguida, fui até lá e dei a mão pra levantá-la do chão e disse que era brincadeira e que tinha lugar ali na sala. Ela juntou-se a nós e ficamos ali todos sentados olhando um pra cara do outro. Eu pensei em contar a história do assalto pra eles, mas aí pensei melhor e..falei pra mim mesmo "deixa pra lá".
Pronto, tesão de sonho.
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